Bonito, MS: flutuação na Nascente Azul

A Fazenda Nascente Azul fica pertinho do centro de Bonito e oferece o passeio de flutuação mais tranquilo da região. Além disso, essa é a única nascente em Bonito onde é possível flutuar. A Nascente Azul origina o Rio Formoso e pelo fato de possuir uma forte coloração azul, semelhante à Lagoa Misteriosa, recebeu o nome de Nascente Azul. Continuar lendo

Bonito, MS: mergulho na Lagoa Misteriosa

Assim como o Buraco das Araras e a flutuação no Rio da Prata, a Lagoa Misteriosa não é em Bonito, mas em Jardim, município ao lado. Contudo, pelo fato de Bonito ser o point do turismo ecológico na região, o passeio é vendido nas agências de lá. Continuar lendo

Encontro de veículos antigos em São Paulo

Você gosta de veículos antigos? Caso a resposta seja positiva passe a reservar o terceiro domingo de cada mês.

O Parque da Mooca, em São Paulo, abriga o Encontro de Veículos Antigos mensalmente. A feira conta com veículos fabricados entre 1910 e 1995 e é ocupada por carros de passeio, lambretas, triciclos e até mesmo caminhões. Continuar lendo

O restaurante Paraty 33

Almocei no restaurante Paraty 33 com a minha família em uma sexta-feira, véspera de feriado. De cara, deu para notar que o estabelecimento estava vazio, por conta do horário (14h) e também pela razão de o feriado ainda não ter começado de fato. Continuar lendo

Tony´s Town Square Restaurant no Magic Kingdom

Não é novidade para ninguém que os parques da Disney são recheados de restaurantes temáticos. Pois bem, um desses restaurantes é inspirado no clássico “A Dama e o Vagabundo”, filme de 1955.

O Tony´s fica um pouco escondidinho no Magic Kingdom. É bem na entrada do parque, ao lado do Town Square Theater, onde o Mickey e a Tinker Bell costumam ficar para tirar fotos. Continuar lendo

Sobrevoando as linhas de Nazca

As linhas de Nazca são geoglifos localizados na costa peruana, mais especificadamente no deserto entre as cidades de Nazca e Palpa. As mais de 100 figuras e as milhares de linhas foram descobertas em 1927 e desde então intrigam a humanidade – não faltam teorias que tentem explicar a finalidade dos desenhos: calendário, cerimonias, agricultura e extraterrestres. Pesquisadores acreditam que as figuras são de 400 a.c – 500 d.c . Os tamanhos variam. Algumas, como o Cachorro, são pequenas e outras chegam a 300 metros de comprimento, um exemplo é o Alcatraz. Em 1994 a UNESCO declarou as linhas de Nazca como patrimônio cultural da humanidade.
Desde pequena tenho interesse pelas linhas de Nazca e os mistérios acerca deste tesouro arqueológico. Poder sobrevoar as linhas foi uma das coisas mais emocionantes da minha vida. Continuar lendo

Sobre o hotel Rosen Inn

Fiquei hospedada no Rosen Inn 6327 closet to Universal com a minha família entre 29 de Novembro e 10 de Dezembro de 2014. O café não estava incluso.  

Rosen Inn

Aí está a minha experiência com o hotel:

Ele está localizado na International Drive. Aliás, a melhor parte do Rosen Inn: a posição! É numa região bem movimentada da International, próximo ao Café Mineiro, Pizza Hut, McDonald´s, àquelas milhares lojinhas de souvenires, Walgreens, Wet n´Wild, Sand Lake Road e, claro, à Universal Boulevard . Continuar lendo

O museu da múmia Juanita

Também chamada de A Donzela de Gelo, a famosa múmia foi encontrada em 1995 no topo do vulcão Ampato, localizado a pouco menos de 100 km de Arequipa, Peru. Juanita (nome dado à ela pelos homens que tiraram-na do gelo) foi uma garota inca, sacrificada, como oferenda aos deuses, em seus 12 ou 14 anos de idade, durante um ritual no alto do vulcão. Ela foi enterrada ao lado de diversos objetos da cultura inca e ficou presa no gelo por 500 anos, em um pico de 6.310 m de altitude. Continuar lendo

Fotografia: Um olhar sobre as luzes de Yayoi Kusama

Fotografias da sala “Filled with the Brilliance of Life”, da exposição Obsessão Infinita, de Yayoi Kusama, que esteve em São Paulo de 22 de Maio a 27 de Julho de 2014, no Instituto Tomie Ohtake.

Obsessão Infinita Continuar lendo

A surpresa no Vale del Colca

O relógio já marcava pouco mais de oito horas na pequena pousada do Vale del Colca quando me arrumei para ir à simples recepção onde serviam o jantar. Coloquei a calça jeans (foi um grande erro ter levado só ela), a manga comprida e o meu inseparável casaco corta-vento azul. Tirei o celular do carregador e chequei se tudo estava certo no quarto. Peguei o cachecol, a luva e o gorro. Apaguei as luzes e coloquei a mão na maçaneta. Abri a porta. Sai do chalé e senti aquele gelado vento cortante que bateu em mim. Fiquei parada em frente à porta do quarto, que dava para um espaço circular rodeado por mais portinhas de chalés, pois alguma coisa por lá chamou a minha atenção. Algo naquela noite estava diferente das demais que já havia vivido. O ar cheirava a algo novo e nunca experimentado antes. Então, por algum motivo, entenda, eu realmente não sei o porquê, resolvi olhar para cima. Quando levantei a cabeça, me assustei. Eu nunca tinha visto um céu como aquele.  Pude colocar meus olhos naquele fundo extremamente preto, todo respingado de pontinhos brancos e brilhantes, não esquecendo a Lua, claro. Foi pavoroso! Continuar lendo